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Complexo Fotovoltaico Arapuá entra em operação comercial nesta quarta-feira (18)

Maior projeto da Kroma Energia, o complexo de 248 MWp recebeu investimento de R$705 milhões

A Kroma Energia inicia, nesta quarta-feira (18/03), a operação comercial do Complexo Fotovoltaico Arapuá, maior empreendimento de geração solar centralizada da empresa. Localizado no município de Jaguaruana, no interior do Ceará, o complexo reúne quatro usinas que, juntas, totalizam 248 MWp de capacidade instalada e 200 MW de potência. O funcionamento do complexo foi autorizado nesta terça-feira (17/03) pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).

Com investimento de mais de R$705 milhões, o projeto representa um marco na trajetória da Kroma, que completa 18 anos de atuação em 2026, e consolida a empresa como uma das protagonistas na expansão da geração solar de grande escala no Brasil. Trata-se do maior complexo solar já desenvolvido pela companhia, tanto em capacidade quanto em complexidade técnica e estruturação do projeto.

Em janeiro deste ano, a ANEEL autorizou o início da operação em testes das usinas, etapa que antecede a entrada em operação comercial. A obra foi executada pela WEG, parceira da Kroma, em prazo acelerado, com entrega realizada um ano após o início das obras, dentro do cronograma, e energização conforme o planejamento técnico, refletindo a maturidade da gestão e da engenharia do projeto.

Segundo Rodrigo Mello, empresário e fundador da Kroma, a conclusão do Complexo Arapuá ocorre em um momento relevante para o setor elétrico. “O mercado vive uma fase de maior racionalidade, em que projetos bem estruturados, com escala e planejamento de longo prazo, ganham ainda mais relevância. Arapuá é resultado dessa visão e reforça a importância de ativos sólidos para garantir segurança e previsibilidade ao sistema”, afirma.

A implantação do empreendimento contou com a atuação integrada de parceiros técnicos, fornecedores e equipes multidisciplinares, envolvendo as áreas de desenvolvimento de projetos, engenharia, obras, regulação e operação. O projeto mobilizou uma cadeia ampla de serviços e tecnologia ao longo de sua execução.

Para Alexandre Guerra, gerente de projetos da Kroma Energia/Arapuá, a entrega do complexo dentro do prazo é reflexo da coordenação entre planejamento e execução. “Trata-se de um projeto de grande porte, com desafios logísticos e técnicos relevantes. A conclusão dentro do cronograma demonstra a eficiência da estrutura montada e o alinhamento entre todas as frentes envolvidas na obra”, destaca.

Com a entrada em operação comercial do Complexo Arapuá, a Kroma amplia de forma significativa seu portfólio de geração centralizada, que reúne ativos em operação, em fase final de implantação e em construção. O empreendimento também reforça a presença da empresa no Nordeste, região estratégica para a expansão da energia solar no país.

A expectativa é que o Complexo Arapuá contribua de forma relevante para a oferta de energia renovável no mercado brasileiro e fortaleça o posicionamento da Kroma como agente ativo na geração de grande escala, em um momento de transformação e consolidação do setor elétrico nacional.

Complexo Fotovoltaico Arapuá entra em operação comercial nesta quarta-feira (18)

Maior projeto da Kroma Energia, o complexo de 248 MWp recebeu investimento de R$705 milhões

A Kroma Energia inicia, nesta quarta-feira (18/03), a operação comercial do Complexo Fotovoltaico Arapuá, maior empreendimento de geração solar centralizada da empresa. Localizado no município de Jaguaruana, no interior do Ceará, o complexo reúne quatro usinas que, juntas, totalizam 248 MWp de capacidade instalada e 200 MW de potência. O funcionamento do complexo foi autorizado nesta terça-feira (17/03) pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).

Com investimento de mais de R$705 milhões, o projeto representa um marco na trajetória da Kroma, que completa 18 anos de atuação em 2026, e consolida a empresa como uma das protagonistas na expansão da geração solar de grande escala no Brasil. Trata-se do maior complexo solar já desenvolvido pela companhia, tanto em capacidade quanto em complexidade técnica e estruturação do projeto.

Em janeiro deste ano, a ANEEL autorizou o início da operação em testes das usinas, etapa que antecede a entrada em operação comercial. A obra foi executada pela WEG, parceira da Kroma, em prazo acelerado, com entrega realizada um ano após o início das obras, dentro do cronograma, e energização conforme o planejamento técnico, refletindo a maturidade da gestão e da engenharia do projeto.

Segundo Rodrigo Mello, empresário e fundador da Kroma, a conclusão do Complexo Arapuá ocorre em um momento relevante para o setor elétrico. “O mercado vive uma fase de maior racionalidade, em que projetos bem estruturados, com escala e planejamento de longo prazo, ganham ainda mais relevância. Arapuá é resultado dessa visão e reforça a importância de ativos sólidos para garantir segurança e previsibilidade ao sistema”, afirma.

A implantação do empreendimento contou com a atuação integrada de parceiros técnicos, fornecedores e equipes multidisciplinares, envolvendo as áreas de desenvolvimento de projetos, engenharia, obras, regulação e operação. O projeto mobilizou uma cadeia ampla de serviços e tecnologia ao longo de sua execução.

Para Alexandre Guerra, gerente de projetos da Kroma Energia/Arapuá, a entrega do complexo dentro do prazo é reflexo da coordenação entre planejamento e execução. “Trata-se de um projeto de grande porte, com desafios logísticos e técnicos relevantes. A conclusão dentro do cronograma demonstra a eficiência da estrutura montada e o alinhamento entre todas as frentes envolvidas na obra”, destaca.

Com a entrada em operação comercial do Complexo Arapuá, a Kroma amplia de forma significativa seu portfólio de geração centralizada, que reúne ativos em operação, em fase final de implantação e em construção. O empreendimento também reforça a presença da empresa no Nordeste, região estratégica para a expansão da energia solar no país.

A expectativa é que o Complexo Arapuá contribua de forma relevante para a oferta de energia renovável no mercado brasileiro e fortaleça o posicionamento da Kroma como agente ativo na geração de grande escala, em um momento de transformação e consolidação do setor elétrico nacional.

Maior projeto da Kroma Energia, o complexo de 248 MWp recebeu investimento de R$705 milhões

A Kroma Energia inicia, nesta quarta-feira (18/03), a operação comercial do Complexo Fotovoltaico Arapuá, maior empreendimento de geração solar centralizada da empresa. Localizado no município de Jaguaruana, no interior do Ceará, o complexo reúne quatro usinas que, juntas, totalizam 248 MWp de capacidade instalada e 200 MW de potência. O funcionamento do complexo foi autorizado nesta terça-feira (17/03) pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).

Com investimento de mais de R$705 milhões, o projeto representa um marco na trajetória da Kroma, que completa 18 anos de atuação em 2026, e consolida a empresa como uma das protagonistas na expansão da geração solar de grande escala no Brasil. Trata-se do maior complexo solar já desenvolvido pela companhia, tanto em capacidade quanto em complexidade técnica e estruturação do projeto.

Em janeiro deste ano, a ANEEL autorizou o início da operação em testes das usinas, etapa que antecede a entrada em operação comercial. A obra foi executada pela WEG, parceira da Kroma, em prazo acelerado, com entrega realizada um ano após o início das obras, dentro do cronograma, e energização conforme o planejamento técnico, refletindo a maturidade da gestão e da engenharia do projeto.

Segundo Rodrigo Mello, empresário e fundador da Kroma, a conclusão do Complexo Arapuá ocorre em um momento relevante para o setor elétrico. “O mercado vive uma fase de maior racionalidade, em que projetos bem estruturados, com escala e planejamento de longo prazo, ganham ainda mais relevância. Arapuá é resultado dessa visão e reforça a importância de ativos sólidos para garantir segurança e previsibilidade ao sistema”, afirma.

A implantação do empreendimento contou com a atuação integrada de parceiros técnicos, fornecedores e equipes multidisciplinares, envolvendo as áreas de desenvolvimento de projetos, engenharia, obras, regulação e operação. O projeto mobilizou uma cadeia ampla de serviços e tecnologia ao longo de sua execução.

Para Alexandre Guerra, gerente de projetos da Kroma Energia/Arapuá, a entrega do complexo dentro do prazo é reflexo da coordenação entre planejamento e execução. “Trata-se de um projeto de grande porte, com desafios logísticos e técnicos relevantes. A conclusão dentro do cronograma demonstra a eficiência da estrutura montada e o alinhamento entre todas as frentes envolvidas na obra”, destaca.

Com a entrada em operação comercial do Complexo Arapuá, a Kroma amplia de forma significativa seu portfólio de geração centralizada, que reúne ativos em operação, em fase final de implantação e em construção. O empreendimento também reforça a presença da empresa no Nordeste, região estratégica para a expansão da energia solar no país.

A expectativa é que o Complexo Arapuá contribua de forma relevante para a oferta de energia renovável no mercado brasileiro e fortaleça o posicionamento da Kroma como agente ativo na geração de grande escala, em um momento de transformação e consolidação do setor elétrico nacional.

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