Ir para início
O futuro da energia não é apenas renovável, é inteligente
Rodrigo Mello, CEO da Kroma Energia.

Por Rodrigo Mello, CEO da Kroma Energia

A transição energética foi, por muito tempo, conduzida por um discurso ambiental necessário e urgente. Hoje, gerar energia limpa é essencial, mas já não é suficiente para atender às demandas das empresas e o diferencial competitivo passa a estar na capacidade de integrar geração, consumo e estratégia empresarial.

A expansão da energia solar transformou a matriz elétrica brasileira e consolidou a fonte como protagonista, mas com o amadurecimento do mercado, cresce também a complexidade da gestão energética. Volatilidade de preços, maior exigência regulatória, pressão por eficiência e busca por previsibilidade tornam a energia um tema estratégico para as empresas, especialmente as com consumo elétrico elevado.

O debate é ainda mais relevante quando se fala de garantir lastro ao sistema. Parte do mercado tem priorizado a liquidação de energia no curto prazo, em vez de estruturar contratos de longo prazo ou investir em ativos de geração. Isso amplia a exposição à volatilidade e reforça a importância de decisões energéticas baseadas em planejamento, segurança e visão de longo prazo, capazes de sustentar o crescimento do sistema elétrico de forma equilibrada.

Usar a energia com inteligência significa integrar geração solar, gestão do consumo e eficiência, algo que deixou de ser tendência para se tornar uma necessidade.

A gestão inteligente da energia, com o uso de dados, sistemas de monitoramento e ferramentas de análise, melhora o desempenho operacional, otimiza contratos e aumenta a resiliência das empresas em um ambiente econômico cada vez mais desafiador.

O futuro da energia será renovável, mas, sobretudo, será inteligente, e empresas que compreenderem essa transformação estarão mais preparadas para competir, crescer e tomar decisões sustentáveis do ponto de vista econômico e operacional, caberá ao mercado a inteligência e o cuidado de reconhecer os players e não apenas preço.

O futuro da energia não é apenas renovável, é inteligente
Rodrigo Mello, CEO da Kroma Energia.

Por Rodrigo Mello, CEO da Kroma Energia

A transição energética foi, por muito tempo, conduzida por um discurso ambiental necessário e urgente. Hoje, gerar energia limpa é essencial, mas já não é suficiente para atender às demandas das empresas e o diferencial competitivo passa a estar na capacidade de integrar geração, consumo e estratégia empresarial.

A expansão da energia solar transformou a matriz elétrica brasileira e consolidou a fonte como protagonista, mas com o amadurecimento do mercado, cresce também a complexidade da gestão energética. Volatilidade de preços, maior exigência regulatória, pressão por eficiência e busca por previsibilidade tornam a energia um tema estratégico para as empresas, especialmente as com consumo elétrico elevado.

O debate é ainda mais relevante quando se fala de garantir lastro ao sistema. Parte do mercado tem priorizado a liquidação de energia no curto prazo, em vez de estruturar contratos de longo prazo ou investir em ativos de geração. Isso amplia a exposição à volatilidade e reforça a importância de decisões energéticas baseadas em planejamento, segurança e visão de longo prazo, capazes de sustentar o crescimento do sistema elétrico de forma equilibrada.

Usar a energia com inteligência significa integrar geração solar, gestão do consumo e eficiência, algo que deixou de ser tendência para se tornar uma necessidade.

A gestão inteligente da energia, com o uso de dados, sistemas de monitoramento e ferramentas de análise, melhora o desempenho operacional, otimiza contratos e aumenta a resiliência das empresas em um ambiente econômico cada vez mais desafiador.

O futuro da energia será renovável, mas, sobretudo, será inteligente, e empresas que compreenderem essa transformação estarão mais preparadas para competir, crescer e tomar decisões sustentáveis do ponto de vista econômico e operacional, caberá ao mercado a inteligência e o cuidado de reconhecer os players e não apenas preço.

Por Rodrigo Mello, CEO da Kroma Energia

A transição energética foi, por muito tempo, conduzida por um discurso ambiental necessário e urgente. Hoje, gerar energia limpa é essencial, mas já não é suficiente para atender às demandas das empresas e o diferencial competitivo passa a estar na capacidade de integrar geração, consumo e estratégia empresarial.

A expansão da energia solar transformou a matriz elétrica brasileira e consolidou a fonte como protagonista, mas com o amadurecimento do mercado, cresce também a complexidade da gestão energética. Volatilidade de preços, maior exigência regulatória, pressão por eficiência e busca por previsibilidade tornam a energia um tema estratégico para as empresas, especialmente as com consumo elétrico elevado.

O debate é ainda mais relevante quando se fala de garantir lastro ao sistema. Parte do mercado tem priorizado a liquidação de energia no curto prazo, em vez de estruturar contratos de longo prazo ou investir em ativos de geração. Isso amplia a exposição à volatilidade e reforça a importância de decisões energéticas baseadas em planejamento, segurança e visão de longo prazo, capazes de sustentar o crescimento do sistema elétrico de forma equilibrada.

Usar a energia com inteligência significa integrar geração solar, gestão do consumo e eficiência, algo que deixou de ser tendência para se tornar uma necessidade.

A gestão inteligente da energia, com o uso de dados, sistemas de monitoramento e ferramentas de análise, melhora o desempenho operacional, otimiza contratos e aumenta a resiliência das empresas em um ambiente econômico cada vez mais desafiador.

O futuro da energia será renovável, mas, sobretudo, será inteligente, e empresas que compreenderem essa transformação estarão mais preparadas para competir, crescer e tomar decisões sustentáveis do ponto de vista econômico e operacional, caberá ao mercado a inteligência e o cuidado de reconhecer os players e não apenas preço.

Compartilhe nas redes:

Últimas publicações:

Últimas publicações:

  • O futuro da energia não é apenas renovável, é inteligente

    O futuro da energia não é apenas renovável, é inteligente
  • ANEEL autoriza início dos testes de operação do Complexo Solar Arapuá

    ANEEL autoriza início dos testes de operação do Complexo Solar Arapuá
  • Testes de energização do Complexo Fotovoltaico Arapuá foram iniciados nesta sexta (09)

    Testes de energização do Complexo Fotovoltaico Arapuá foram iniciados nesta sexta (09)
Compartilhe nas redes: